sábado, 13 de abril de 2019

Lê Nunes: Armored Dawn na serra gaúcha

E aí galera do metal, tudo certo?

Na última semana de março os guitarristas Tiago de Moura e Timo Kaarkoski da banda Armored Dawn estiveram na serra gaúcha fazendo um workshow de guitarra.
Eu estive lá e acompanhei tudinho na edição da cidade de Garibaldi.

Os guitarristas tocaram as músicas dos álbuns da banda, falaram de suas influências, e o guitarrista Timo Kaarkoski disse que o primeiro contato com a música brasileira foi num show do sepultura em 1991.
O Finlandês conta ainda que em seu país é muito comum as bandas tocarem nas escolas para estimular as novas gerações a se interessarem pelo gênero.

Tiago por sua vez, contou algumas histórias de sua trajetória desde a criação em Passo Fundo (RS) até a rotina abrindo shows para bandas como Saxon e Hammerfal.
Os músicos presentes puderam aproveitar uma conversa muito produtiva sobre gestão de bandas, trabalho duro e os percalços da vida na estrada, tudo sem perder a humildade.

Por fim, houve um sorteio de brindes da banda como CDs, Camisetas, Singles, até pequenos equipamentos como cabos, pedais e o grande prêmio, uma guitarra Gibson.
Obviamente, eu não ganhei nada (fazer o que né? hahahahah).

Bom pessoal, essa semana é isso.
Não esqueçam de me contar aqui ou no meu Instagram @lenunnes_ o que vocês acharam.

Espero que gostem, e até a próxima semana.


sexta-feira, 5 de abril de 2019

A banda do momento: HAMEN

Banda Hamen é formada por Monica Possel (Vocal), Matheus Maia (Baixo), Cadu Puccini (Guitarra) e Gabriel Pedroso (Bateria).








"O termo 'Ámen' é originário do hebraico e inspirou a banda, pois é como se confirmasse o desejo de alguém. A banda acredita que por meio das músicas possa existir esse mesmo conceito, já que as histórias retratadas e as linhas melódicas compostas, retratam um universo fictício criado pela própria banda e que possui em sua trama elementos que nos aproximam bastante desse significado", explica Matheus Maia, que é baixista, produtor, diretor musical e compositor na Hamen.

O grupo lançou um álbum no fim de 2018, "Unreflected Mirror". "Nossa prioridade nesse primeiro semestre é divulgar ao máximo e focar no show de lançamento. Precisamos ser mais que apenas um nome. Precisamos ser conhecidos. Além disso, as novas composições para o segundo álbum já estão sendo preparadas e estão bem avançadas", conta Matheus sobre os projetos.

A Hamen faz sua trajetória no Metal Sinfônico e procura ter sua própria imagem sem ser comparada a outras grandes bandas do gênero. "Nosso maior diferencial é justamente não se parecer com nada que já exista, embora você consiga identificar traços e influências de outras bandas e músicos do estilo. Nós conseguimos alinhar a grande capacidade técnica de cada um e as influências pessoais de uma forma incrível e impressionante. As influências aparecem, mas não soam como cópia e isso para nós é o nosso maior trunfo", comemora o músico.

Todavia a banda não nega suas boas influências na música. "Podemos citar aqui o Nightwish, Epica e After Forever, até porque é impossível falar de Metal Sinfônico sem falar deles. Além disso, existem também alguns elementos que saem um pouco dessa curva e se inspiram em bandas como Angra, Myrath e Kamelot. Já na parte mais individual, músicos como: Floor Jansen, Felipe Andreoli, Steve Morse e Mike Portnoy são os responsáveis por nos fazer querer manter a barra sempre o mais alto possível e quem sabe chegar no nível deles algum dia".

Perguntado sobre a música na sociedade brasileira e o posicionamento da banda a respeito Matheus Maia explica seu ponto de vista. "Para mim, nunca vai ter o valor que merece. Por causa dessa ausência de valor na música de boa qualidade, mais bandas procuram compor em inglês para atingirem o público em escala global e procuram focar sua distribuição na América do Norte, Europa e Ásia. Não é diferente com a gente. Eu realmente espero que um dia isso mude, e que o estilo e a música e os músicos de boa qualidade sejam valorizados de verdade no nosso país".

"É uma unanimidade dentro da banda que nosso cartão de visitas é a “Chimerical Love” e não apenas por ser uma música muito bonita e bem composta, mas porque acreditamos que ela representa esse momento da banda e toda a musicalidade que queremos imprimir junto à nossa identidade. É uma música que trabalha os sentimentos de quem a escuta desde as primeiras notas e ela foi feita pra ser exatamente assim". Ouça a canção abaixo:

domingo, 31 de março de 2019

SOCIEDADE CRUA: Mineiros recebem Bentho Brasil na Autêntica, principal palco de Belo Horizonte

A Autêntica recebe em seu palco no dia 11 de abril a "Quinta com Rock em Movimento" encontro de artistas autorais às 22h com o músico Bentho Brasil (SP) e a banda mineira Sociedade Crua. O show é o primeiro dos artistas no palco mais valorizado da cena alternativa mineira. 

O laços entre os artistas haviam sido criados ano passado durante um evento que reuniu músicos de todo Brasil pela internet. Dessa vez eles estarão lado a lado no mesmo palco. Bentho Brasil tem sua linguagem de melodia e letra como tendência em seu primeiro álbum, intitulado: “À Prova de danos”. Com nuances de MPB, vertentes de Rock Progressivo, POP, Reggae e Samba.


Já a Sociedade Crua tem como influências o Rock inglês dos anos 60, e as bandas americanas e brasileiras dos anos 70 e 80 e também com uma pitada de MPB. "A Banda Sociedade Crua possui canções próprias de cunho crítico social, trazendo como proposta, citar as várias lógicas humanas, e fazendo com que cada um interprete à sua maneira o que a música esta querendo dizer", conta o vocalista Ronaldo Araújo. Veja o som da Sociedade Crua: 



Quinta com Rock em Movimento
Bentho Brasil (SP) + Sociedade Crua (MG)
11 de abril de 2019 - 22 horas
A Autêntica - Rua Alagoas, 1172 - Savassi - BH - MG
Quanto: 10$ Promocional / 15$ antecipado / 20$ portaria
A entrada de menor de 18 anos só é permitida se acompanhado dos pais ou responsável legal.

Venda Antecipada n' A Autêntica de segunda à sexta, de 11h às 14h, ou através do site




REVOLUÇÃO: Creedence, Queen, The Smiths, entenda os covers e versões lançados pela banda

A Revolução nunca foi de tocar versões de outros artistas nem ficar mostrando muito sobre suas influências, mas em 2019 tudo mudou. Quase que semanalmente o canal do grupo no youtube tem agraciado o público com versões de músicas clássicas que influenciaram a trajetória do grupo. O som acústico é gravado no estúdio Casa Radar em Belo Horizonte. 

"Existem músicas que são como hinos pessoais, que ano após ano continuam em nossas playlists. Foi partindo dessa força que escolhi algumas músicas para tocar em referência a grandes músicos e bandas", conta Johnny Kiff que está presente em todo processo. "Nem sempre é possível agradar a todos, mas tem sido também um momento de aprendizado e aperfeiçoamento musical", completa. 

"Essas gravações têm sido um meio de nos manter conectados com o público em meio as gravações das novas músicas da banda." Veja abaixo algumas das versões que estão sendo bem recebidas pelo público na internet, comentadas por Johnny em entrevista exclusiva para o Metal Etílico.

"Under Pressure é um clássico sem tamanho. Fiquei triste porque no filme Bohemian Rhapsody ela não teve uma parte do filme dedicada com uma performance ao vivo. O interessante é pensar que duas lendas, Bowie e Queen, se uniram e fizeram esse hino. É demais. Essa música influenciou bastante a trajetória da banda Revolução, tanto musicalmente quanto liricamente." 

"The Smiths é um grupo que revolucionou o rock alternativo na década de 80, e essa música é provavelmente uma das músicas que primeiro chamaram atenção do grande público naquela época. Essa é uma música que influenciou diretamente uma de nossas melhores músicas, no caso, 'Eu Te Amo', por mais que ninguém note isso."

"Creedence é um grupo que representa o melhor do rock americano. A sonoridade deles tem sido referência para o novo disco que estamos gravando. É incrível pensar que eles foram capazes de produzir isso há mais de 50 anos." 

"Bob Dylan é talvez o maior letrista de todos os tempos, e como a letra é um foco nosso não poderíamos de fazer menção a ele nessa fase que passamos agora. A saída do baixista nos deixou fracos e tenho que admitir, mas nós sabemos que dias melhores virão e nunca deixamos de lutar por isso. E o vento continua soprando."

"O Ekson é um músico muito talentoso e por isso ele é capaz de fazer muitas coisas. Uma delas foi essa versão desse clássico do Foo Fighters. Eu lembro dele ter dito que essa música foi escolhida por ele em referência aos altos e baixos que a banda enfrenta em sua trajetória."

"Arcade Fire é para mim a melhor banda do século XXI. Essa canção deles representa muito e levo como um mantra para ressuscitar após as desilusões da vida, que não são poucas."

Você encontra mais músicas e vídeos no canal da banda no youtube.









sexta-feira, 29 de março de 2019

Grátis: evento medieval traz música, cervejas artesanais e lutas


Muito mais do que longos vestidos e lutas de espadas, o período medieval enriqueceu a cultura. E é para homenagear a importância deste período que a Feira Medieval Carioca acontece na Arena Socioambiental, no Aterro do Flamengo, nos dias 06 e 07 de abril (sábado e domingo). O evento gratuito convida a banda Lyria, que se apresenta em formato acústico, relembrando os antigos concertos bardos. Além disso, a mostra contará com fornecedores de hidromel, cervejas artesanais, e profissionais da esgrima medieval, arco e flecha, luta de espadas, workshops, danças, stands diversos, e muito mais.

Um dos grandes nomes do metal nacional, o Lyria apresenta a versão acústica da turnê “Immersion”, que lotou espaços no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Com fãs na Europa, Estados Unidos e Brasil, a banda conta com Aline Happ (voz), Rod Wolf (guitarra), Thiago Zig (baixo) e Thiago Mateu (bateria). No repertório do show, as canções do álbum “Immersion”, considerado pela mídia especializada um dos melhores de 2018, e também sucessos do trabalho anterior, como a queridinha do público, “Jester”do álbum de estreia “Catharsis” (2014). O evento contará também com stand de merchandise do grupo, além de Meet & Greet disponível para todo o público.

Considerada a maior do país, a Feira Medieval Carioca ocupa a Arena Socioambiental, no Aterro do Flamengo, próxima a Marina da Glória. O evento já reuniu mais de 20 mil pessoas, levando cultura e diversas atividades voltadas para os amantes do período medieval. O evento também contará com stands de produtos medievais, tais como acessórios, artigos místicos, livros, entre outros.


Serviço
VII Feira Medieval Carioca
Data: 06/04/2019 (sábado) e 07/04/2019 (domingo)
Horário: 12h às 20h (show do Lyria às 17h no sábado e 15h no domingo)
Local: Arena Socioambiental (Praça do Skate)
Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, nº 12 - Glória, Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: Gratuito
Classificação etária: Livre

Orbe Comunicação

quinta-feira, 28 de março de 2019

Radical Karma: lançado o EP de estreia Entre o Fim e o Começo


Registro, com produção de Philippe Fargnolli [CPM22, Reffer, ex-Dead Fish], traz quatro faixas com fortes influencias do rock alternativo da década de 1990.

Radical Karma tem em sua formação membros com larga experiência sobretudo no cenário punk rock/hardcore, mas que nele se aprofundam em outro universo, ainda que as raízes estejam fincadas, inevitavelmente, no underground. Após o lançamento de dois singles, com excelente repercussão, o quarteto enfim lança o EP “Entre O Fim E O Começo”. Ouça as quatro faixas aqui:https://ONErpm.lnk.to/RadicalKarma.
Gabriel Zander [voz], Fausto Oi [baixo], Mateus Brandão [guitarra] e Fernando Martins [bateria] se encontraram entre janeiro e dezembro de 2018 e sorrateiramente para ensaios no Estúdio Porto, e sem fazer alarde gravaram um EP com quatro faixas.
A produção é assinada por Philippe Fargnolli [CPM22, Reffer, ex-Dead Fish] e todo o processo foi feito no Estúdio Costella, na capital paulista onde o grupo reside.
Assim como o recorte de um diário, o EP “Entre O Fim E O Começo”, lançado pela Flecha Discos, é repleto de sentimentos que são exteriorizados por meio de causas e efeitos, embalados com um toque melancólico natural e uma melodia espontânea.
A abertura com “Ainda Bem Que Decidiu Ficar”, tem clima pungente, a tensão da letra [e narrativa intensa e envolvente] é refletida na solidez da base e dos riffs.
As canções parecem extensões de experiências vividas e que de alguma forma se conectam e formam um momento de superação - de extremos, do [quase] decesso à celebração a vida.
“Ambar Báltico” é terapêutica, ela aquece e acalma. A princípio emana angústia, desejo por proteção, mas que ao poucos se transforma em um grito de libertação, do anseio à exteriorização: “e doa a quem doer, não deixe de viver; e doa a quem doer seja sempre você”. Já existem planos para a produção de um clipe que ficará a cargo dos irmãos Luca e Davide Bori, da banda soteropolitana Vivendo do Ócio.
O rock alternativo, aquele à margem entre o indie e o mainstream de nomes como Smashing Pumpkins, Pixies e Seaweed, paira entre as referências. Não há uma cartilha a ser seguida, mas alguns dos ensinamentos marcam presença nas entrelinhas.
Assertivas defendidas pela escritora americana Carol J. Adams, autora de “A Política Sexual da Carne” - onde ela denuncia a cultura dominante viril-carnista e toda a opressão arraigada - reverberam em “Referente Ausente”. Na contramão da seriedade do tema, leveza e calmaria na harmonia, um ode pacifista-ativista tal qual a simplicidade de valores do indiano Mahatma Gandhi.
Toda a identidade visual do RK ficou nas mãos da designer e ilustradora Camila Rosa, de Joinville [SC]. Ela vem despontando com sua arte de resistência, onde não poupa cores e mensagens de empoderamento feminino.
Sonoramente a banda traz energia acumulada ao longo de décadas de estrada e o desejo de produzir material de qualidade, “Sinto Muito Que Não Sinta Nada” reflete isso e encerra o EP com a rispidez de quem se encontra em estado de aflição diante da apatia de outrem.
Da bagagem anterior, o Radical Karma carrega a vivência do it yourself e a vontade de tocar em todos os cantos possíveis, de clubes pequenos a grandes festivais espalhados pelo Brasil. O material, que futuramente se juntará a um outro EP e formará um disco cheio, já está disponível nas plataformas digitais. Este é só o começo!
Tedesco Comunicação

quarta-feira, 27 de março de 2019

Black Flag: Ícone punk enfim estreia no Brasil


O Black Flag é uma instituição do punk rock, um sólido pilar que desde 1976 sustenta o estilo, seus cacoetes e é influência para um incontável número de bandas que surgiram a partir da década de 1980 até os dias atuais, inclusive como a força motriz do que viria a ser e soar o hardcore. É este Black Flag, com apenas o co-fundador Greg Ginn da formação original, que enfim debuta no Brasil – com show único – dia 7 de julho deste ano, no Carioca Club, em São Paulo. A realização é da Powerline Music & Books. 

Com Greg Ginn, o único e verdadeiro Black Flag vem para a turnê Latino Americana com Mike Vallely nos vocais, sim, o famoso e multicampeão skatista de Long Beach (Califórnia). Vallevy está na banda desde 2014 e já havia cantado em 2003 no projeto solo de Ginn, Good for You. 

Coeso e corrosivo, raivoso e relevante, o Black Flag foi criado em Hermosa Beach (Califórnia, EUA, mesmo reduto onde nasceu o Pennywise) é a chama viva do DIY (Do It Yourself) – a carreira da banda foi pavimentada pelos próprios integrantes ao longo das décadas realizando tudo com várias referências de histórias em quadrinhos, humor niilista e atitude subversiva. Não à toa o disco de estreia Damaged (1981) e My War (1984, o 4º da discografia) são clássicos arrebatadores do punk/hardcore e a banda está no hall em que pisa e reina nomes como Minor Threat, Bad Brains, Dead Kennedys e Circle Jerks. 

Aliás, lembrar de bandas históricas do punk/hardcore é lembrar da importância da SST Records, selo independente que Ginn criou em 1978. A SST é responsável pelo lançamento de todos os discos do Black Flag e de uma geração inteira de ícones da cena indie pré-Nirvana, como Minutemen, Hüsker Dü, Meat Puppets, Soundgarden, Sonic Youth e Dinosaur Jr. 

A turnê latino-americana antecede uma apresentação concorridísima do Black Flag em San Diego, em evento de skate que terá nada menos do que o lendário Tony Hawk. Trata-se do The Triple 8 NYC Clash at Clairemont, no dia 21 de setembro, um evento beneficente que arrecadará fundos à Grind For Life, organização que cuida de vítimas de câncer e seus familiares. 

SERVIÇO 
Black Flag em São Paulo 
Data: 7 de julho de 2019 
Horário: a partir das 18 horas 
Local: Carioca Club 
Censura: 16 anos 
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros/SP 
Ingresso: 
1º lote R$110 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
2º lote R$130 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
Camarote 1º lote R$180 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
Camarote 2º lote R$200 (Meia entrada / Estudante / Promocional) 
*(Promocional para não estudantes doando 1 kilo de alimento não perecível) 
Venda física sem taxa (somente em dinheiro) na Locomotiva Discois - R. Barão de Itapetininga, 37 - Loja 8 - República, São Paulo

Tedesco Comunicação
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