quarta-feira, 8 de julho de 2020

No Dia do Rock, transmissão ao vivo do programa Vamos Falar! reúne rede de web rádios brasileiras


No Dia do Rock, 13 de julho, segunda-feira, o #VamosFalar será transmitido, em tempo real, a partir das 21h (horário de Brasília) por nove web rádios espalhadas pelo país que acreditam no rock autoral e independente. No evento on-line estarão representados os estados do Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Participam do programa Anderson Bellini, diretor do documentário “Andre Matos: Maestro do Rock” e a banda The Xomanos (Cuiabá, MT).

Isto só foi possível a partir das interações geradas via WhatsApp no grupo “Tour Rock Brasil”, sob administração da comunicadora Kaká Schwartzmann e da equipe de produção do programa Crash TV.

A inspiração veio do projeto “Rede Brasileira de Rock”, criado pelo radialista Djaime DJ, da emissora A Marca do Rock, de Pouso Alegre (MG). Assim, o jornalista Leonardo Felix, produtor e apresentador do Vamos Falar! levou a ideia para mais rádios e tornou possível esta rede, composta especialmente para esta transmissão ao vivo. Além da mineira “A Marca do Rock”, fazem parte desta iniciativa a Alternativa Rock (Curitiba, PR), Cangaço Rádio Rock (Pacujá, CE), Cena Neural (São Paulo, SP), New Rock Brasil (Jaboatão dos Guararapes/PE), Rádio Baixada Santista (Santos, SP), Rádio Rock Ceará (Fortaleza, CE), Rádio Underground (Rio de Janeiro, RJ) e a Web Rádio Rock (Planura, MG).

Assista e participe ao vivo em: 

 YOUTUBE

SERVIÇO:
Vamos Falar! Especial Dia do Rock
Segunda-feira – 13 de julho
21h – AO VIVO (horário de Brasília)
Participações:
Anderson Bellini (diretor do documentário “Andre Matos: Maestro do Rock”)
The Xomanos (Cuiabá, MT)

REDE BRASILEIRA DE ROCK

A Marca do Rock (Pouso Alegre, MG)

Alternativa Rock (Curitiba, PR)
https://radioalternativarock.com

Cangaço Rádio Rock (Pacujá, CE)
https://cangacoradiorock.com.br

Cena Neural (São Paulo, SP)
https://cenaneural.webradiosite.com

New Rock Brasil (Jaboatão dos Guararapes/PE)
https://newrockbrasil.com

Rádio Baixada Santista (Santos, SP)
https://radiobaixadasantista.com.br

Rádio Rock Ceará (Fortaleza, CE)

Rádio Underground (Rio de Janeiro, RJ)

Web Rádio Rock (Planura, MG)

Apoio:
Carolina Indica
Cria do Rock
Pisca Produtora

Redigido por Leonardo Felix

terça-feira, 7 de julho de 2020

Em nova fase, Escombro traz peso e fúria ao hardcore de Mundo Cão

Tentaram censurar o Escombro durante um show em Brasília no ano passado - não conseguiram e a resposta, em seguida, veio em forma de arte com a música 'O Peso de Sobreviver'. O Escombro se fortaleceu, fortaleceu a função social do hardcore e, agora em nova fase, com outro guitarrista, lança a pesada, furiosa e pontual 'Mundo Cão', via Canil Records. Confira o videoclipe :
O single 'Mundo Cão', que é a primeira mostra do que o quarteto paulistano trará no vindouro EP Cicatrizes (lançamento para agosto deste ano), também já está disponível nas plataformas de streaming:
O peso extra de 'Mundo Cão' é latente. A entrada do guitarrista Renato Romano ao time, ao lado de Lucas 'Jota' Ferreira (vocal), Igor 'Ling' Fugiwara (baixo) e Felipe 'Felipeles' (bateria), carrega a música de riffs trabalhados e agressivos, que remetem à sonoridade de bandas referências do gênero, como Terror e Hatebreed.

A letra é urgente ao Brasil atual, num momento em que a democracia está desfigurada, o autoritarismo toma corpo e, como uma constante, a corrupção e outras malditas heranças afundam o país em fome, miséria e alienação.
"Como qualquer cicatriz, a nova fase do Escombro começa com uma ferida. Retratamos essa dor à musica e ao que observamos no país. Todo brasileiro que não tem uma condição econômica média, que não tem nada garantido, sente. É o mundo cão", desabafa Jota, que também faz homenagens a rappers que o influenciam na letra, como Racionais, Sabotage e Facção Central.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Alex Sant’Anna lança live session de ‘Algo Novo’, do disco Baião Amargo

O cantor e compositor Alex Sant’Anna mostra como o recém-lançado terceiro disco Baião Amargo é plural tanto na estética sonora como nas formas como é divulgado. Após o videoclipe da expressiva faixa de abertura ‘Por Um Clique’, o músico de Sergipe lança uma live session de ‘Algo Novo’, produzida durante o isolamento social na quarentena.

'Algo Novo (Quarentena Sessions)' pode ser assistida aqui:
O artista conta com participações especiais de Rafael Ramos (baixo), da The Baggios, e Leo Airplane (órgão). O vídeo foi originalmente produzido para o festival online UP.

Com frases inteligentes e dinâmicas – aliás, uma constante de Baião Amargo –, a música fala de desejos, angústias e vontades.

“Essa música nasceu como uma marchinha, mas ganhou ares mais modernos na fase de produção. Queria o Vilane cantando qualquer música do Baião Amargo e ele adorou exatamente essa”, conta Sant’Anna.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Consentrio sobe na nave e vai "Direto pro Sol" em novo single


A Consentrio está divulgando hoje mais um trabalho. Esse é o terceiro single da banda que também tem no currículo um EP lançado em março, dois clipes e uma live session. Uma trajetória curta (até então) mas com bastante produção. Focados na banda desde o ano passado e (como todo mundo) surpreendidos pela pandemia em 2020, o pessoal resolveu não parar e achou seus meios e formas de continuar envolvido no projeto musical. “Direto pro Sol” é a primeira música da Consentrio em que uma colaboração surge de fora da banda. Geralmente, as letras são compostas por Lucas Consentins (vocalista). Já nessa faixa a letra é autoria de Evander Marques Brasil (Dipa), um amigo da banda que faz parte do cenário musical de Pelotas/RS, cidade de origem do grupo. 
A faixa fala de um período de imersão e curiosidade de Lucas Consentins e Dipa nas culturais orientais. “Direto Pro Sol” talvez seja a maior flertada da banda com a psicodelia dos anos 70, mas sem deixar de lado as influências modernas. A produção do som ficou por conta do baixista Jeferson “Bolha” e Rodrigo Rysdyk (Estrondo Records/Trilha Hub Cultural). De acordo com o baixista Bolha: “Começamos usando muitas camadas de teclados e sintetizadores inspirados nos pads que o Pink Floyd usava. Mais especificamente na época do Wish You Were Here e do Animals. Também tem alguma coisa baseada em Tame Impala. Já a guitarra é uma salada de influências. Tem desde uns timbres meio The Cure com bastante chorus e bem “molhados”. Até coisas mais numa linha shoegaze com bastante ambiência e reverbs enormes. Outra grande inspiração nessa faixa também é o disco Cortes Curtos, do Kiko Dinnuci". A mixagem e masterização também são creditadas ao Bolha. Já a arte da capa é de Maiara Silveira (Instagram @subloop), que repete a parceria com a banda iniciada no single “São Paulo”. 

Consentrio é:
Lucas Consentins (voz)
Matheus Bastos (guitarra e sintetizador)
Jeferson "Bolha" Marchetto (baixo)
Gabriel Soares (bateria, sintetizador e voz)

Arte por Maiara Silveira (Instagram @subloop)
Composição: Evander Marques Brasil (Dipa)
Produção: Jeferson "Bolha" Marchetto e Rodrigo Rysdyk (Estúdio Trilha Hub Cultural)
Mixagem e Masterização: Jeferson "Bolha" Marchetto

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Furukawa resenha Fatboy Strikes Again, de Don Ramon

Senhoras e Senhores, esse Review contém altos teores de Coxinha e outros Produtos igualmente Gordurosos.

Esse Álbum/DemoTape do Don Ramón ja começa com um discurso do menino gordinho, e depois uma declaração de amor... Só que não. Começa com musica Tosca. Seu "RULIANTA". Vai tomar no meio do seu c*.
Denunciando a Poluição no Planeta Terra e Prevendo o Fim do Mundo, "Falta de Ar" tem uma melodia hardcore podrera com uma intro eu diria bem PowerViolence(pelo menos eu Imagino a Strike The Undead tocando coisas parecidas) e a letra apsear de curta é uma muquetada na cara. Até mesmo o Artie quando cantou ficou com falta de ar(escute a musica até o fim e você me entenderá). Depois, um pequeno Poema em Homenagem a serie Beavis and Butthead: Butthead wears Black, Beavis Wears Blue/When I Say Titicaca, It Means 'I Love You'"!

Em seguida, a música "Orgulho do Papai" parece ser a musica com a letra mais elaborada do disco todo. Umdesabafo, pois ninguém gosta de ser aquele moleque que usa as roupas que os pais escolhem, pulseirinha da Mormaii, Feito pra seguir a Linha com os Pais reprimindo o convívio social. A música "Coxinha" dispensa comentários com exceção deste: HEY, POLICIA, VAI TOMATE CRU!!

E por fim, a música que me fez escrever esse Review: a Cara do Don Ramón, e o Porque que a sigla DxRxFxRx funciona Tão bem. "It's a Fracture" é uma música que não pode faltar em Nenhum show do Madruga, e é a música onde todos (TODOS) os presentes começam a moshar loucamente, fazendo stage dive, derrubando cerveja, escorregando, quebrando o dente, caindo de bike, quebrando o braço, fraturando a perna, e Tudo isso antes dos Primeiros versos. Chegou no "Running My Bike Across the Street", estão todos quebrados, fudidos e cantando junto.

Quando eu comecei a me interessar por musica Underground, eu coloquei no youtube "Bandas Underground de Campinas", e nisso apareceu o Beergod do Muzzarelas e o Fatboy. Dai foi ladeira abaixo, e até agora está sendo a coisa mais divertida que eu fiz na minha vida.
Agora eu peço sua atenção, pois se você é um daqueles que odeia musica jovem - ou qualquer coisa feita por adolescentes -, curta esse review pois eu quero fazer você enfiar suas mãos inteiras nos globos oculares e escorrer sangue pelas suas orelhas.

terça-feira, 23 de junho de 2020

Furukawa resenha Empatia, da banda HURRY UP

Eu escuto esse álbum e tudo o que me vem a cabeça é o sentimento de Nostalgia. É aquele domingo ensolarado que você combina de se encontrar com a galera na praça pra conversar, depois dar um role na casa de alguém e jogar um Mortal Kombat Armageddon. Samba de Dedos no Controle surrado do PS2, aquela garrafa de Coca Cola gelada 1,5L suando, e geral tirando onda com você porque você colou a sequencia de botões pro Fatality.
o Album ja começa com esse sentimento com a musica "Rainy Nights, Summer Sunlights", apesar da letra não ser tão feliz como a Melodia. Mesmo tendo um tom melancólico, a Nostalgia permanece. Mais pra frente, a música "Hurry Up Life Won't Wait" é a próxima que rouba a cena: Uma melodia Uplifting que contagia, uma letra mais Profunda ainda, num conjunto que é digno de Playlist para corridas Matinais. É correr pra não perder nada... Se apressar porque a vida não espera.

Depois dela, vem a "Casamento Gay", outra música que Cativa de um jeito que Esse texto não consegue explicar. A Letra mostra como o Amor funciona e como ele deve ser: começando com uma paixão, seguindo para convivência, partindo para Aceitação, chegando na batalha e a conclusão de que Quando tudo isso passar, quando nossa família for só nomes numa Pedra, o Amor prevalecerá, livre.

Com outras músicas como "Goddammit Mulder!" -, que é praticamente um pedido de desculpas e Afirmação de que Nada é Perfeito - e "O Mundo é Meio Bosta(But i Like It)" -, um desabafo sobre nosso mundinho cheio de merda que temos que aguentar e divertido por você estar nele -, o album "Empatia" é um deleite para os Ouvidos. Infelizmente a Banda anunciou seu fim logo depois de seu lançamento em 2019, num ultimo final de semana de shows com Dinamite Club(que eu ainda pretendo fazer um review do Split deles com a Hurry Up, "Escolha Suas Armas"),Horace Green, Direction, About a Soul, Pain, Derrota e Kids on Mars. 14 anos de estrada que chegaram numa conclusão Belíssima. Eu não vi, e me arrependo até hoje disso.

Hoje, eu tô bem
Só não quero ter que falar
Hoje, eu sei lá
Só quero me aproveitar.

Dia do Baixista: conheça os destaques do instrumento no Brasil

Neste dia 23 de junho é comemorado o Dia do Baixista. Responsável pelo groove e pela ligação entre os instrumentos, o baixo é um dos instrumentos mais importantes do rock and roll! Por isso, nada mais justo que ter um dia só para apreciarmos quem lida tão bem com este importante, porém injustiçado, instrumento! 

Na formação de uma banda de rock encontramos idolatria do vocalista ao guitarrista, até mesmo o baterista, consegue o seu holofote. O baixista, no entanto, não ganha tanta atenção quanto os outros instrumentistas, mas tente ouvir uma música do Iron Maiden, por exemplo, sem o poderoso baixo de Steve Harris. Ou pense no Queen sem o groove de John Deacon? Para acabar com essa injustiça com os baixistas, criamos uma lista de importantes baixistas no metal brasileiro para você conhecer, e apreciar!

Felipe Andreoli (Angra)

Conhecido por seu trabalho nas bandas Angra, Karma e Almah, Felipe Andreoli utiliza a técnica dos três dedos para extrair o som do seu baixo. Ele costuma tocar com os baixos da marca Ibanez SR e BTB, com cordas D’Addario e amplificadores Epifani. Em 2007, a revista de metal japonesa Burn! listou ele como um dos melhores sete baixistas do mundo.

Thiago Zig (Lyria)

Baixista do Lyria, banda de metal sinfônico carioca, Thiago Zig começou a tocar na adolescência, e queria mesmo era tocar uma bateria. Mas por insistência dos amigos, foi para o contrabaixo. No início, Zig utilizava um baixo Yamaha de 4 cordas, e depois pulou para um Ibanez de 5 cordas. Em seguida, na necessidade de um baixo maior, ele escolheu um Ibanez de 6 cordas. Atualmente,  ele usa um Music Man Sting Ray 5, um cabeçote Gallien Krueger, e uma caixa Hartke 4/10.

Andria Busic (Dr. Sin)

Baixista e vocalista da Dr. Sin, Andria Busic é autodidata e se interessou pelo baixo ainda pequeno, quando ouvia seu pai, trompetista de jazz apresentar-se. Na década de 80 formou a banda Prisma, que logo foi trocada para Platina, mas também foi nomeada como Slogan e Cherokee. Passou rapidamente pelo Ultraje a Rigor, Taffo e acompanhou Supla. Em 1991 a Dr. Sin foi formada e existe até hoje! Seu primeiro baixo foi um Gibson G3, 4 cordas, que ganhou do seu pai. Já foi patrocinado pela Yamaha, época em que usava os modelos Bb 714 Bs, Bb 2024 X Japan, Trb 1005 J  e também o Bbne 2 com 5 cordas Nathan East Signature.

Fernanda Lira (ex-Nervosa, Crypta)

Influenciada pelo já mencionado Steve Harris, a Fernanda Lira toca o baixo desde os 13 anos de idade. Também autodidata, ela é filha de músico e antes de se dedicar ao baixo, formou-se jornalista. Tocou nas bandas Hellgard, HellArise e Detonator e as Musas do Metal. É patrocinada pela holandesa Aristides Instruments desde 2012.

Luis Mariutti (Shaman, Angra)

Ficou conhecido no mundo durante os anos de Angra (1991 - 1999), e de lá pra cá já tocou no Shaman, About2Crash, Dirty Dogz, Sinistra e Motorguts. Luiz Mariutti foi considerado um dos 10 melhores baixistas do mundo, pela revista japonesa Burn!, e por 12 anos consecutivos ganhou como melhor baixista, pela Roadie Crew. Já utilizou baixos da Warwick, como o Vampyre NT Custom Shop 5 e Thumb Bolt-On 4. Também utilizou, em diversas fases da carreira os baixos Music Man Stingray 5, Ibanez Roadstar II Deluxe Rb760, Fender Precision Bass, Music Maker Bass 5 e o Earnie Ball Music Stingray 5 HH Stealth Black.

Paulo Jr. (Sepultura)

O mineiro é mais um influenciado por Steve Harris. Paulo Jr. é um dos membros fundadores do Sepultura e por seu destaque na música, conta até com a Medalha da Inconfidência, uma das maiores condecorações do país. Seu primeiro baixo foi um Giannini Supersonic, que tem até hoje. Entre mais de 50 baixos de sua coleção, o destaque é um baixo Fender de 71, comprado nos EUA por apenas 100 dólares em uma loja de penhores.

Dick Siebert (Korzus) 

Baixista de uma das bandas pioneiras do Trash Metal brasileiro, Dick Siebert tinha 21 anos quando se tornou referência do baixo no país. Pela velocidade do gênero nas músicas, ele adere a palheta em modelos de baixo que vão de Music Maker, MusicMan e Warwick de 4 cordas, e também um Music Maker de 5 cordas. O músico utiliza afinações que variam entre Dó e Mi Bemol, com o pedal de efeitos do tipo Bass Pusher.
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