terça-feira, 25 de junho de 2019

Bruxaria e sororidade em clipe da banda carioca Venuz


A mística feminina é o principal tema do clipe “Deixa Ela Entrar”, da banda Venuz. Como bruxas do subúrbio carioca, em uma das principais cenas do clipe, ao redor de uma mesa, elas consagram imagens de mulheres poderosas que vieram antes delas, entre elas Isabel Bathory, conhecida como Condessa de Sangue. O vídeo é dirigido pela dupla Bruna Santiago e Felippe Ferreira. A música faz parte do EP, “Rebela” (2018).

“Foi um clipe totalmente diferente do que estamos acostumadas a fazer, devido ao fato de não ter cenas nossas tocando, o foco é no roteiro. Trata-se de uma estória que aborda a questão do poder feminino, da soronidade e espiritualidade da mulher. Com esse novo projeto pretendemos impactar o público através da qualidade da apresentação. Até os aspectos mais minuciosos foram elaborados com zelo total para que tivéssemos um resultado exatamente como esperávamos”, comemora Carol Vianna, baixista da Venuz.

Uma sociedade secreta composta apenas por mulheres. Liderada por uma matriarca, responsável por nomear novas integrantes do clã, batizá-las e repassar os ensinamentos. É em uma missão convocada pela matriarca que tudo acontece: chegou a hora de passar adiante o bastão de líder do coven e recrutar novas integrantes. Após uma reunião entre as cinco e o batizado de fogo, elas decidem no fim do ritual quem será designada para ser a nova matriarca.

A já mencionada Isabel Bathory, é uma entre tantas mulheres vistas de relance no clipe. Encontramos referências a Marielle, Olga Benário, Clarice Lispector, Lucrézia Bórgia, Joana D’arc e Marilyn Monroe: “Várias facetas de mulheres incompreendidas e desmerecidas pela história por serem mulheres, mas donas de poder, beleza, inteligência. Foi um homenagem pra quem sofreu por ser mulher, pra quem não teve tanto direito de voz. Acho que essa é a principal ideia de deixa ela entrar, mostrar que juntas somos mais fortes”, define Aila Dap.

Em “Deixa Ela Entrar”, todas as integrantes da Venuz participam como atrizes: Aila Dap (voz), Jack Foster (guitarra), Juliana Valente (bateria), Renata Guterres (guitarra), além de Carol. A quantidade de mulheres na frente da câmera não poderia ser mais correta. A letra da música foi inspirada em duas divindades femininas, Iansã e Kali. Enquanto o clipe teve como referência os rituais Wicca, com adaptações para o cenário urbano do rock underground carioca.

“O clipe nos mostra como se fôssemos verdadeiras bruxas urbanas, para esse resultado, nos inspiramos nos seriados estadunidenses ‘American Horror Story - Coven’ e ‘As Aventuras de Sabrina’. Dessa forma, o clã no clipe cultua o poder feminino exaltando a sensualidade e a força da mulher. O fogo representa esses valores e também remete a destruição, que se faz necessária para o nascimento de algo próspero”, explica Aila.

A ficha técnica de “Deixa Ela Entrar” conta com roteiro assinado pela banda Venuz, Bruna Santiago e Felippe Ferreira, que também foram responsáveis pela direção de arte. Já a direção fotográfica, é de Felippe Ferreira; A produção foi feita por Úrsula Silva, que também operou como gaffer; A montagem do vídeo, foi de Bruna Santiago, e por fim, a colorização é de Felippe Ferreira. Como matriarca da estória, a atriz convidada, Teresinha Andrade.

Assista “Deixa Ela Entrar”:


segunda-feira, 24 de junho de 2019

Revolução: banda de Belo Horizonte lança vídeo protestando contra mineradoras


Há poucos dias a banda Revolução lançou seu mais novo disco chamado "Era Uma Vez no Brasil". E agora o grupo divulga um novo vídeo para faixa que leva o título do disco. No vídeo há um mix de cenas dos tristes eventos ocorridos em Mariana em 2015 e Brumadinho, no começo desse ano. Assista o vídeo e escute o som abaixo:


"Essa música fala sobre muitos problemas do vídeo, resolvemos lançar o vídeo com essas cenas pois são dois crimes que estão longe de serem resolvidos da forma correta. A parcialidade da justiça brasileira para o lado dos mais poderosos é algo triste e evidente nesse caso", defende Johnny Kiff, autor da letra. O músico completa falando sobre a banalidade de fatos absurdos no Brasil. "É tanta coisa ruim acontecendo que as pessoas acabam se acostumando aos erros, mas isso não é normal, precisamos de mais empatia", completa.

A Revolução continua divulgando seu novo disco em BH. O próximo show acontece no domingo dia 30 no Independência & Rock , às 10h da manhã no Centro Cultural Venda Nova, na rua José Ferreira dos Santos, 184 - Jardim dos Comerciários, com entrada livre. O evento também contará com outras bandas e exposição de carros e motos antigas, além de food trucks.

Eduardo Pastore lança EP ‘Wild Crowd’ que mistura rock, grunge e funk


O EP Wild Crowd conta com quatro músicas de puro rock e grunge, gravadas com muito cuidado e dedicação, com DNA 100% brasiliense. Eduardo Pastore é compositor e produtor musical brasiliense. Proprietário do New Orleans Studio, já tocou em projetos de gêneros variados, como grunge, indie, latin rock e eletrônica. Em dezembro de 2017, concluiu o Master Certificate of Songwriting and Guitar na Berklee Institute of Music.

Seu primeiro EP, “Wild Crowd”, foi lançado no dia 14 de junho. Pastore, em parceria com João Vitor (guitarra), Diego Promessas (bateria) e Bruno Amorim (baixo), três amigos e músicos com vasta experiência na cena musical brasiliense, apresentam um repertório autoral com raízes fincadas no rock, grunge e funk.

“Não poderia deixar de agradecer a todas e todos que têm me acompanhado nessa jornada, faz um ano que comecei essa fase e esse EP não teria sentido sem o entusiasmo de vocês.” – afirma Eduardo. Wild Crowd conta com 4 faixas marcadas por guitarras modernas e letras rápidas, que procuram dar voz aos diversos tipos de amor. Nas próximas 4 sextas-feiras serão lançados videoclipes para as cada uma das músicas do EP no canal do Youtube do músico.

O lyric vídeo da música Wild Crowd, faixa que dá nome ao EP, já pode ser conferido no link abaixo:



Escute agora Wild Crowd
Wild Crowd – Eduardo Pastore (2019)

Links Eduardo Pastore
Instagram: www.instagram.com/eduardompastore
Facebook: www.facebook.com/eduardomonteiropastore
Site: eduardopastore.net

Ficha Técnica Wild Crowd
Wild Crowd foi gravado nos estúdios New Orleans (DF). Vocais no estúdio Jatobeats (DF).
Gravado, mixado e masterizado por FERNANDO JATOBÁ.
Produzido por EDUARDO PASTORE.
Guitarras, baixo, efeitos e vocal por EDUARDO PASTORE.
Letras por EDUARDO PASTORE.
Baterias por JAKE SCHREUDER.
Letra de “Gaps” por ERBERT NAVES e EDUARDO PASTORE.
Bateria de “Tonight” por CAIO LAGES.
Arranjos vocais de “Gaps”, “Tonight” e “Wild Crowd” por TÚLIO SALES.
Arranjo de baixo em “Tonight” por FERNANDO JATOBÁ e OTONIEL MIRANDA.
Foto por BASAN ALMASI.
Projeto gráfico por JUAREZ TANURE.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Tuatha de Danann: banda lançará álbum com músicas da tradição irlandesa


Os “duendes” mineiros do Tuatha de Danann atualmente promovem o EP ‘The Tribes of Witching Souls’ (2019), um trabalho importante em sua carreira, que revela ao público um lado mais ampliado de suas influências celtas, embora seja um projeto mais cru e rápido em algumas abordagens. O EP foi recebido com críticas positivas pela imprensa e satisfação pelo público e, seis meses após sua liberação, ‘The Tribes of Witching’ obviamente ainda causa movimentação na agenda da banda que é constantemente atualizada.
atual lançamento, embora tenhamos divulgado como um EP, é quase um álbum, talvez até seja. Ele é mais extenso que o primeiro do Bathory e ‘Reign in Blood’ do Slayer, sem contar com duas músicas bônuque há nele. Este disco fez muito bem pra gente, deu uma revigorada nas energias, na formação e vimos que é a hora de lançarmos mão de um projeto diferenciado que não atrapalhará nossa produção autoral”, informa Bruno Maia, vocalista, muiti-instrumentista e fundador do grupo.
Com isso, o músico anuncia que o novo álbum do Tuatha De Danann já está em fase de criação e será inteiramente composto por músicas tradicionais irlandesas, divididas entre canções e peças instrumentais. A banda já iniciou a seleção do repertório que será baseado em temas anônimos da tradição oral da Irlanda, transmitidos a geraçõesEsta é uma ideia antiga do Tuatha que finalmente encontrou espaço para ser executada.
É um disco que faremos com o intuito de deixar a nossa marca impressa nestas composições. Além de homenagear essa tradição musical e cultural tão rica e importante em nossa formação, poderemos contribuir com a reciclagem tão cara às músicas oriundas da memória oral”, explica.
A Irlanda e seus temas acompanham a banda – que foi a pioneira no campo da música celta no Brasil – desde sua formação a começar pelo nome Tuatha de Danann, que tem origem na mitologia daquela região referindo-se ao povo da deusa Dana.
Genericamente, hoje chamam de música celta a música produzida em países como Irlanda, Escócia, Bretanha francesa, Galícia na Espanha e outros territórios reconhecidos como Nações Celtas, mas a Irlanda tem um destaque em todo esse contexto por motivos peculiares em sua história, um deles é o fato de não ter sido invadida e conquistada pelos romanos. Isso possibilitou que os irlandeses mantivessem suas tradições antigas, celtas, intactas e sua identidade foi preservada com todos estes elementos do celtismo bem peculiares”, argumenta Bruno, e continua, Quando começamos em meados dos anos 90 não se ouvia falar muito em música celta por aqui, produzida no Brasil então, de jeito nenhum! Nós mesmos soávamos muito mais próximos da música medieval e renascentista naquele início, talvez por sermos bem novos e não termos a instrumentação típica daquela época. Nossos conceitos, temas líricos e algumas melodias remetiam a essa coisa irlandesa no início, mas foi com o tempo que incorporamos de forma mais evidente os elementos dessa música, que é performatizada por flautas típicas, gaitas de fole, violinos, banjos, bouzoukis, entre outros instrumentos”, completa.
A banda que possui três sabores do próprio hidromel produzido pela Ragnar Hidromel, por enquanto batizou o novo trabalho com o título ‘In Nomine Éireann’, que contará com convidados especiais e deve ser lançado no final de 2019 pela Heavy Metal Rock. “Além do nosso sempre parceiro Alex Navar, que tem um ‘DNAzinho Tuathístico’ nas veias e já deixou suas impressões em nosso time, também teremos umas surpresas neste disco, parcerias de artistas internacionais tanto do heavy metal quanto do cenário da música tradicional irlandesa, mas, por enquanto, é melhor deixar como surpresa”, finaliza.
Formação
Bruno Maia (vocal, guitarras, guitarras acústicas, flauta, mandolim, banjo, bouzouki e whistles)
Giovani Gomes (baixo e vocais)
Edgard Brito (teclados)
Músicos convidados
Raphael Wagner (guitarras)
Rafael Ávila (bateria)
Nathan Viana (violinos)
Discografia
Tuatha de Danann (1999, EP)
Tingaralatingadun (2001)
The Delirium Has Just Began… (2002)
Trova di Danú (2004)
Dawn of a New Sun (2015)
The Tribes of Witching Souls (2019, EP)
Outros lançamentos
Accoustic Live (2009, DVD)
Dawn of a New Sun! (2014, single)
Tuatha de Danann (2016, relançamento com bônus)
The Tribes of Witching Souls (2018, single)
Your Wall Shall Fall (2018, single)
Ouça o Tuatha de Danann pelo streaming
Spotify
Deezer
Napster
Claro Musica
iTunes/Apple Music
Amazon Music
Google Play
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Assessoria Brauna Music Press

quinta-feira, 13 de junho de 2019

O metal carioca mostra a sua força com o Lyria Fest II


Uma das principais bandas do metal nacional, o Lyria retorna a Arena Jovelina Pérola Negra com a segunda edição do Lyria Fest. O festival acontece no dia 29 de junho (sábado), a partir das 17h, e convida as bandas Facing Fear, Manunkind e D.W.O. Como uma verdadeira comemoração do rock carioca, o evento conta com ingressos que variam entre 15 e 60 reais. As entradas podem ser adquiridas online, via Sympla, ou no local do evento. A classificação etária é de 12 anos, acompanhado do responsável.

Idealizador do evento, o Lyria leva peso e erudição e uma performance envolvente para o show. Com fãs na Europa, Estados Unidos e Brasil, a banda traz em seu repertório dois álbuns lançados, Immersion (2018) e Catharsis (2014). Arranjos bem trabalhados e letras com temas de superação se unem a uma sonoridade pesada e erudita, que levou o Lyria a lotar casas de show em São Paulo, Minas Gerais e no Rio. O grupo é formado por Aline Happ (voz), Rod Wolf (guitarra), Thiago Zig (baixo) e Thiago Mateu (bateria). O festival contará também com stand de merchandise do grupo, além de Meet & Greet disponível para todo o público.

Encarnados no espírito nobre do Heavy Metal setentista, a Facing Fear sobe ao palco do Lyria Fest II com muita energia! A banda apresenta no repertório as canções do EP "Lutaremos pelo Metal" (2017), e também as do disco de estreia, Ana Jansen (2019), como o single “I Wanna Play The Sound” e "Hell's Killer". O grupo é formado pelos músicos Terry Painkiller (voz), Raphael Dantas (guitarra), Nathalia Souza (baixo) e Vall Maranhão (bateria).

Em fase de pré-produção para lançar o disco de estreia, a Manunkind já dividiu o palco com bandas como Dr.Sin e Azul Limão. No repertório do show, os músicos tocam releituras de bandas conhecidas do Heavy Metal, e canções autorais que estarão no próximo disco, como a faixa "Welcome". A Manunkind conta com Fábio Trovão (guitarra e voz), Victor Cordeiro (voz), Bruno Ferreira (bateria) e Renato Croce (baixo).

Desde 2011 na estrada, a D.W.O mistura em sua música influências do hardcore, punk, pop e alternativo. No repertório do show, músicas como "Conflitos", "Mentiras", "Inerte", "Pra Você", e a faixa "Cansei", que conta com clipe. A banda D.W.O é formada por Dany de Oliveira (voz), Ralph Pontes (guitarra), Edson Souza (baixo) e Kittie Gomes (bateria).

O Lyria Fest conta com patrocínio da Livraria Galileu, da SJR Produções e da Doceria Mia. Além disso, o festival é apoiado pelo Estúdio PréSound, o Avenida Brasil Instituto de Criatividade Social, a Arena Carioca Jovelina Pérola Negra e a Prefeitura do Rio de Janeiro. Os ingressos para o evento estão à venda na bilheteria da Arena Jovelina Pérola Negra, de terça a domingo, das 10h às 18h. E também online, no site: https://www.sympla.com.br/lyria-fest-ii__532488

Serviço
Lyria Fest II
Data: 29/06/2019 (sábado)
Horário: 17h
Local: Arena Carioca Jovelina Pérola Negra
Endereço: Praça Ênio, s/nº - Pavuna - Rio de Janeiro/RJ
Ingresso: R$15 l R$30 (com pôster autografado exclusivo) l R$60 (com pôster e acesso exclusivo à passagem de som)
Classificação etária: Livre - Menores de 12 anos não pagam ingresso

sábado, 8 de junho de 2019

L.o.T.u.S: videoclipe de "Resiliência" vai ao ar na próxima segunda, assista ao teaser!

Em 2017 a L.o.T.u.S lançou seu primeiro videoclipe de "Vale das Ilusões" e agora complementando a história apresentada no videoclipe anterior, segunda (10) será lançado o single/videoclipe de "Resiliência" que dará continuidade na história apresentada no clipe antecessor. 




Trabalhando atualmente com um time focado em compor e criar novos materiais, a L.o.T.u.S tem o novo videoclipe como um pontapé de um novo ciclo da banda e como já diz, é só o começo dessa nova etapa. 

O videoclipe irá ao ar nesta segunda-feira (10) às 00:00 no YouTube oficial da banda, para receber notificações das novidades da L.o.T.u.S, acesse https://www.youtube.com/channel/UCQmxFV9cgiPUpL6J9CBlaAg ative o sininho e inscreva-se no canal.

Para ter um gostinho do que está por vir, assista ao teaser de "Resiliência":



Links Relacionados:

Contato para shows:
lotus.guarulhos@gmail.com

Fonte: MK Press

Urgente: Morre o cantor Andre Matos


É com muita tristeza que posto essa matéria.


Foi confirmada na tarde de hoje (sábado 08 de junho de 2019) a morte do ex vocalista (Angra, Shaman, entre outras) Andre Matos.

Integrantes da banda afirmam que a causa foi um infarto.

A equipe do Metal Etílico presta seus sentimentos a família, amigos e fãs do cantor.

Com pesar.


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