terça-feira, 14 de agosto de 2018

Heavy And Hell Press: 4° edição da compilação “Collection” disponível

5 anos de muita luta e dedicação, assim caminha a HEAVY AND HELL PRESS completando mais este aniversário e claro que não poderíamos deixar de brindar quem nos acompanha com mais uma edição da coletânea “Collection”.



A capa do trabalho foi novamente desenvolvida pelo artista Everson Krentz em um trabalho mais rustico, nos moldes dos anos 90, trazendo aquela áurea simples, mas eficaz.

Ao total são nove petardos dos mais variados estilos que agradará em cheio os fãs do bom e velho som pesado.

Tracklist:
01 Carniça (RS) – Terrorzone
02 Methademic (PA) – River Of Blood In My Hands
03 Bloody Violence (RS) – Visceral Memories
04 Dislexia (PA) – Desonesto
05 Dust Commando (RS) – Parallel Realities
06 Dark New Farm (SC) – L.O.V.E.
07 Wael Daou (PA) – Mira
08 Balde de Sangue (RS) – Instinto Homicida
09 Embrio (PR) – Paradox Of Our Time

Faça o download agora mesmo e perca o pescoço de tanto bangear:

terça-feira, 24 de julho de 2018

A Máquina do Tempo: Banda Revolução lança novo Lyric Video


Prestes a lançar seu novo disco, a banda Revolução acabou de liberar um Lyric Video da faixa de abertura do trabalho. Como havíamos noticiado no Dia Mundial do Rock a banda de BH anunciou que o disco será chamado "A Banda Mais Pobre da Cidade". Agora o grupo libera um vídeo que aumenta a ansiedade dos fãs. Confira abaixo:


O vídeo traz a estética conhecida como Vaporwave, movimento artístico que surgiu por volta de 2010, principalmente em comunidades online. O estilo se caracteriza por uma valorização nostálgica da estética retrô dos anos 80 e 90. O novo disco da banda trata desse temas, pelo que já foi liberado no canal da banda no youtube. 


quarta-feira, 18 de julho de 2018

AlkanzA: novo disco a todo vapor de produção

A AlkanzA trabalha sempre em constantemente. Uma das bandas que tem mais vontade de sempre estar apresentando coisas novas e o material parece não ter fim. Após os lançamentos de "Colonizados pelo Sistema" em 2015 e o estrondoso "O Céu da Boca do Inferno" em 2017, os thrashers da AlkanzA estão trabalhando em um novo disco. 



Sobre a pré-produção o vocalista e baixista Thiago Bonazza comentou: "A pré produção foi bem produtiva, todos focados e com objetivo bem claro. O álbum foi composto bem rápido,  sem que deixar o externo interferir. Sempre um puxando o outro. Foi muito unido e produtivo Estaremos entrando em estúdio no final do mês".

Sempre perguntado sobre uma nova fase, mudanças na sonoridade ou novidades no novo disco, o músico foi cirúrgico sobre essas perguntas: "Uma nova  fase,  assim como foi do primeiro para o segundo. A AlkanzA sempre tenta evoluir e modificar sem perder a personalidade. Estamos sempre trabalhando, e creio que uma nova fase se iniciará, e trabalhamos e trabalharemos mais ainda, afinal ainda não esta finalizado,  para que o público tenha  o melhor  de nós,  tanto no estúdio, quanto no palco."

Mas as novidades da banda não ficam apenas no futuro disco a ser lançado. A AlkanzA vem trabalhando em diferentes planejamentos almejando engajar ainda mais o seu nome, uma ótima saída para isso é o merchandising, que o público sempre faz questão de adquirir no final de seus shows. Mas, ao mesmo tempo de tudo isso tem a agenda da banda para cuidar e conciliar tudo junto e ao mesmo tempo é um trabalho árduo para muitos, mas não para a AlkanzA: "Os planos são lançar a nova camiseta (ainda disponível em alguns tamanhos), gravar o álbum, fazer shows e seguir a batalha sempre dando o nosso melhor, correr atrás do nosso espaço, batalhar, trabalhar, creio que os planos  são esses, e que venha os frutos do que semearmos nessa nova fase" finaliza o vocalista e baixista Thiago Bonazza.

Acompanhe a AlkanzA em suas redes oficiais:


Fonte: MK Assessoria


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Lançamentos Etílicos #4: 13 de Julho

Em pleno dia Mundial do Rock dedico a todos um ótimo show em seus respectivos cantos do país, espero que curtam ás dicas a seguir, que chegam movimentadas! Aqui é a seleção que prova, como sempre, que a boa música nunca morrerá.


Começo destacando os mineiros da banda Revolução. Na sexta-feira 13 os caras liberaram sua nova capa e nome do próximo disco de inéditas da banda, que se chamará: "A Banda Mais Pobre da Cidade". Aqui eu deixo um dos singles que irá fazer parte do novo material:


A capa que acompanha o material:


Fazendo escala por São Paulo, a banda "The Bombers" divulgou "Blood And Tears", single de seu novo EP "Embracing The Moon", que conta com 5 faixas e será lançado pela Hearts Bleed Blue (HBB) em 27 de julho no formato digital. Matheus Krempel (Vocal e Guitarra) declarou um lindo texto sobre o gênero Rock em seu Facebook,tendo no final o trecho sobre o videoclipe a seguir:

"Ela é uma mensagem para todos que sentem vontade de parar.
Nunca desistam. Nunca percam as esperanças.
Acredite!
Ah... e Feliz dia do Rock!!!!!!"

tendo esta importante introdução, faz do vídeo a seguir feito com muito carinho e talento de toda a equipe envolvida:


Da rapaziada de Santos, para Santa Catarina, terra dos mestres que comandam a banda "Vlad V". Estes jovens lançam em alusão ao dia 13, o vídeo clipe da faixa "Chuva de Outono", presente no álbum "Stratovladis", lançado em 2017. Confira:


Para encerrarmos nossas dicas, fica aqui uma banda de ótimo instrumental, aliás, ampliando nossas ondas rockeiras venho a trazer os paulistas da "Baleia Mutante". O mentor e líder deste projeto Bart Silva ( Voz / Bateria / Synth) convidou Thiago Consorti
(Baixo) e Lee Marcelino (Guitarra) para mostrarem um single íntimo da banda, com a sua clássica vertente psicodélica com muito sweeng. Boa viagem galera!


Crônicas de Lê Nunes: A Força da Mulher do Metal

Olá queridos leitores, tudo certo?



Logo vou trazer novidades sobre um festival show de bola onde dessa vez eu vou apenas assistir, apesar de ser um tema do meu nicho de trabalho (e um nicho dessa coluna linda que vos escrevo.) Serão apenas bandas com mulheres no vocal.

Eu também já toquei em um festival do gênero, também sou muito metida a ajudar os organizadores dos eventos, então eu conheço bastante gente da área e tô sempre envolvida com a cena.
No geral sou muito bem tratada, a maioria das pessoas envolvidas são  amigos, conhecidos, mas as vezes tem uma história chata.
Ser uma mulher ativa na cena do Metal as vezes parece inaceitável para algumas pessoas. Alguns acreditam que somos enfeites ou "a namorada do cara da banda".
Agora até sou e não vejo problemas nisso, me orgulho de quem está ao meu lado, mas geralmente eu era A MINA DA BANDA.
Eu sempre tive um nome ativo.



Fiquei extremamente horrorizada em 2016, quando eu tinha minha antiga banda e fomos mandar material para um festival X, porém o produtor pegou o meu número (era eu quem fazia a ponte entre a banda e a organização dos eventos) e começou a me mandar mensagens de cunho pessoal, queria saber da minha vida, do meu estado civil, de qualquer coisa, MENOS da nossa participação no Festival.
Foi então que o baixista da banda tomou a frente e o negócio fluiu.
Obviamente não tocamos no lugar, afinal não me trataram com profissionalismo, foi como se eu só estivesse alí de enfeite.

Esse é apenas um caso, infelizmente ouvimos histórias do tipo o tempo todo.
Mas felizmente temos lindos festivais sérios onde TODOS OS MÚSICOS são valorizados igualmente.
Eu bato sempre nessa tecla, vamos valorizar as mulheres do nosso metal.
Hoje, pra representar muito bem a força da mulher no metal, vamos ouvir as deusas do "Nervosa".

Diga o que você achou desse texto aqui na matéria ou lá no Instagram @lenunnes_ 
Até a próxima!

quinta-feira, 5 de julho de 2018

A banda do momento: DARK NEW FARM


O nome "Dark New Farm" surgiu de uma brincadeira interna dentro da banda. "Os nossos ensaios e todo o começo da banda surgiu em minha casa, no bairro 'Nova Fazenda', que é localizado na fronteira entre as cidades de Laguna e Imbituba", contam o vocalista Luiz Harley. Inicialmente o nome era "Black New Farm", com o tempo houve a evolução de "Black" para "Dark". 

Atualmente os projetos da Dark New Farm estão ligados diretamente à produção de um de um videoclipe e de um EP que mescla peso e melodia ao uso da linguagem Anglo - hispânica que são os dois idiomas mais falados em nosso continente. "Nossa música busca quebrar essa barreira cultural de temas apenas de contexto nacional, buscamos essa expansão com assuntos relevantes a diversos povos, temas como imigração, comportamento social, violência doméstica", conta Fabiano Hamed. As músicas do grupo são produzidas na região de Garopaba (SC) no TG HomeStudio. 

As maiores influências da Dark New Farm são KoRn, Sepultura, Soulfly e System of a Down. "Sempre empacamos na hora de falar nossas influências, pois cada um traz sua energia, feeling e 'escola' junto de si. Harley vem do Death Metal, Vinicius do Hard Rock, Fabiano Hamed o único com os dois pés no New Metal, Sol Portella ouve muita coisa junta e misturada, e eu baterista tenho o Rock 'n Roll percorrendo fortemente nas veias, principalmente os clássicos", explica Maykon Kjellin. "Acreditamos que criamos nossa própria característica e muita gente elogia isso. Em um cenário com 'muito do mesmo', se destaca quem tem coragem de inovar, arriscar, mesclar e ir fundo em mares jamais navegados", completa o baterista.

Um dos sons de destaque da Dark New Farm é "La Patria! La Fábula!". A música traz influências de todos os músicos da banda, usa a mistura de línguas de forma versátil e significativa. Confira abaixo:



"Com uma composição focada em manter um ritmo constante que lembra uma marcha; a música traz riffs com pegada marcante que se mantêm em escalas típicas usadas em músicas Latinas, enquanto guitarras extras adicionam harmonia e a reconhecível atmosfera que as músicas da Dark New Farm trazem. É uma ótima música para qualquer um que esteja tentando entender o objetivo da banda", explica Sol Portella.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Cronicas de Lê Nunes: sofrimento de fã

Olá queridos leitores, tudo certo?

Hoje vou contar a história em que a vida me passou uma pegadinha e eu não tive nem como me defender.
Quem nunca teve uma banda favorita na adolescência, não é mesmo?
Eu tinha, e ela se chamava Nightwish. Uma das mais famosas (talvez a mais famosa) bandas de Symphonic/ Melodic Metal do mundo. O ano era 2005, a banda estava em seu auge com o álbum "Once".
Era um momento em que o Metal Melódico estava muito em alta.
A formação do Nightwish em 2005 era Thomas Holopainen (teclados), Jukka Nevalainen (bateria), Emppu Vuorien (guitarra), Marco Hietala no vocal masculino e no baixo (meu primeiro "crush", o primeiro baixista loiro de banda de metal da minha vida) e ela, a Deusa, a Musa, a Rainha, a Inspiração: Tarja Turunen no vocal principal.



A notícia do momento era a chegada de um festival chamado "Live In Louder" que passaria pelo Brasil em São Paulo e (OBA!) Porto Alegre.
Pra minha felicidade, ia ter um jeitinho de eu ir, de alguma forma eu teria o dinheiro (eu era uma boa menina e as vezes conseguia alguns trocados, então ia guardando pra comprar meus CDs e camisetas).
Agora imaginem a minha alegria:
Minha banda favorita viria ao Brasil, passaria pela minha capital e eu teria como pagar.

Era a perfeição. Um sonho não é mesmo?
EXATAMENTE.

Minha reação ao descobrir que a faixa etária era de 14 anos acompanhado de um responsável foi a pior de todas.
Eu tinha 13. 
Ouvi aquela frase de mãe: "vão ter outras oportunidades", ela disse.
Acontece que no show de São Paulo que haveria dias depois, Tarja anunciou sua saída do Nightwish. Foram MESES, eu disse MESES de lágrimas.
Aquele dia foi chuvoso e terrível.

Dez anos depois tive a oportunidade de assistir o Nightwish com a Floor Jasen (e eu a amo desde o After Forever).
A Tarja vem para cá com certa frequência.

Mas ver a Tarja no palco com o Nightwish na Era De Ouro da banda, isso eu não pude.
Mas a vida segue e as histórias também.

Até a próxima!


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